Consórcio Realiza – Projeção de produção, vendas e exportações serão reajustados

Com volume de 312.300 unidades em produção e de 342.300 veículos em licenciamento, julho registrou um crescimento de 3,7% e retração de 6%, respectivamente, em comparação à junho. Os números foram divulgados pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). No acumulado de 2013, a produção cresceu 15,8%, enquanto as vendas no mercado interno tiveram uma expansão de 2,9% em relação ao mesmo período de 2012.

De acordo com Luiz Moan, presidente da instituição, foi o melhor julho da história em produção. A melhor notícia, no entanto, diz respeito à nova projeção no volume de veículos exportados, cuja marca aumentou em 75,9% em comparação à julho de 2012. De 420 mil unidades esperadas para deixarem o País em 2013, a expectativa passou a 534 mil.

A alta, no entanto, não reflete evolução da competitividade nacional. “O desempenho das exportações é fruto do aquecimento dos mercados importadores e não reflete melhora da nossa competitividade”, disse. Isso se deve ao volume de unidades enviadas à Argentina, com crescimento de 20% no primeiro semestre. Os outros países também têm apresentado estabilidade no que diz respeito à importação de carros nacionais.

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E a nova projeção não deve ficar restrita apenas à exportação. De acordo com Moan, a entidade deverá passar novos números de produção e licenciamento para 2013 que, até o momento, deveriam fechar o ano em 3,54 milhões e 3,97 milhões. “Estes novos números ainda não foram divulgados em razão da volatilidade do mercado, mas acredito que no mês que vem já tenhamos um novo posicionamento. Já 2014 será um ano difícil, pois haverá repasse integral do IPI aos preços, além ter Copa do Mundo e eleições. Mesmo assim, também esperamos crescimento”, antecipou.

Subsídio para motorizações ecologicamente corretas – questionado a respeito da intenção da Anfavea em favorecer a comercialização de veículos elétricos e híbridos no mercado brasileiro, Moan explicou sobre o plano da instituição apresentado ao governo: “o consumidor brasileiro não deve ser privado deste tipo de tecnologia. Em uma primeira fase, pedimos a importação com isenção do IPI. E num segundo momento, sugerimos comprometimento na nacionalização de peças e, posteriormente, produção dos veículos”.

 

06/08/2013 – Anelisa Lopes / Foto: divulgação / Fonte: iCarros

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